Livro:  Cartas de amor aos mortos
Autora: Ava Dellaira
Editora: Seguinte
Páginas: 344
Avaliação: 5/5



"Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. O que parecia uma simples  lição de casa logo se transforma na maneira de Laurel lidar com o seu primeiro ano em uma escola nova e com a família despedaçada depois da morte de sua irmã".

Eu li este livro faz quatro dias e ainda não consegui pensar em palavras para mostrar o quanto eu amei o livro. É tudo fantástico e maravilhoso que realmente comove qualquer leitor.

Laurel é uma menina muito amada e muito ingênua também que carrega consigo a tristeza de ter perdido a irmã May e o divórcio dos pais.
Laurel vive em um mundo triste sem sua irmã, sem sua companheira, sem sua melhor amiga, sem a pessoa da qual tinha a maior admiração, Laurel a amava mais que tudo existente no mundo e então de repente esse amor forte se torna simplesmente uma lembrança.
Laurel se culpa pela morte da irmã e de vez em quando vem um ódio de o por que sua irmã a deixou? 

Então com todos esses acontecimentos, Laurel muda de escola para evitar que as pessoas sintam piedade, ela acha que simplesmente vai começar uma vida nova longe da antiga escola mas não é bem assim. Laurel fica perdida na nova escola sem amigos, com a família desestruturada e sem sua irmã. Mas ao longo do tempo vai criando novos amigos como Hannah, Natalie, Kristen, Tristan e sua secreta paixão: Sky.


"Quando olho para Sky lembro que o ar não é apenas algo que existe, mas que se respira. Mesmo que esteja do outro lado do pátio, consigo ver o peito dele se movendo. Não sei porque, mas, neste lugar cheio de desconhecidos, fico feliz que Sky e eu estejamos respirando o mesmo ar. O mesmo ar que você respirou. O mesmo ar que May respirou."  Laurel, em sua primeira carta para Kurt.

Eu amei o livro do início ao fim, não tem nenhuma parte da qual eu não tenha gostado.  Acho que a autora quis passar que Laurel acaba adaptando as cartas como um diário, mas a única coisa que muda é o fato de serem cartas para pessoas que já morreram. De início quando vi o título do livro eu achei que fosse algo relacionado a terror, então já senti um medo mas não pude conter a curiosidade de lê-lo aliás, me apaixonei pela capa do livro.
Laurel vive um grande desconforto dentro da própria casa após a morte da irmã, ela sente a falta da irmã e sente muito a falta da mãe que após a morte de May, ela foi embora para a Califórnia.

Acho que Laurel é o tipo de garota fácil de manipular, basta fazer chantagem com ela e ela faz o que mandarmos, isso é um grande defeito em muitas garotas no mundo inteiro.

Laurel tinha tanta admiração pela irmã que por um momento tentou agir igual a ela e isso que chamou a atenção de Sky (a paixão secreta de Laurel) que tinha uma quedinha por May.

"Todos nós queremos ser alguém, mas temos medo de descobrir que não somos tão bons quanto todo mundo imagina que somos."

O livro é repleto de cartas que Laurel cria para pessoas que já morreram e eu fiquei mais fascinada ainda quando vi que Laurel escrevia cartas para Kurt Cobain que é o vocalista da Nirvana que eu também sou Fascinada.

Bom gente, espero que tenham gostado da resenha de hoje! beijinhos e até a próxima.


                                                                     Paula.

2 Comentários

  1. Oi Paula querida! Li o livro acho que ano passado e gostei. Mas não sei, não me emocionei, ams gostei do que li. Acho que eu havia saido de uma leitura muito mais pesada anteriormente e acabou influenciando neste. Mas mesmo assim achei uma leitura bem interessante.

    Beijos,
    Joi Cardoso
    Estante Diagonal

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    Respostas
    1. Olá Joi! Me emocionei por Laurel viver em um mundo sem a irmã e fiquei me colocando no lugar dela, seria um mundo completamente sem sentido pra mim. Sim, é uma leitura bem interessante, eu adorei!

      Beijinhos,
      Paula Santos

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